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28 de janeiro de 2013

Paris, azul e cinza.

Agora sim galera, Paris!!!
Uma duas meia e já...

Visitar Paris sempre foi um desejo, a Torre Eiffel, o Museu do Louvre... tudo isso me fascinava. Bruxelas foi bacana, mas as expectativas e a ansiedade para chegar a Paris eram muito maiores. rss...

Ainda pela manhã deixamos Bruxelas rumo ao destino mais esperado da viagem. E por sorte, o tempo estava MUITO BOM quando chegamos a Paris, o tempo estava totalmente aberto, o céu azul, sem nenhuma nuvem, eu diria até que fazia aquele "sol quente brasileiro". haha... Assim que chegamos a Paris, por volta de meio dia, a primeira parada foi no Museu do Luvre, e quão grande é aquilo. Acho que pra conhecer todo o museu é necessário mais que um dia. E o que impressiona também é o número de visitantes lá.

Entrada para o Museu

Espaço interno - praça.

=)

No Museu, pra ganhar tempo, nos limitamos a visitar apenas as principais alas e galerias. Pra facilitar sua visita e você não se perder, a utilização do mapa/guia é muito importante, e o legal é que tem a versão em português... o que já ajuda muito. Eu quase não acreditei. haha.


Uma vez dentro do Museu você não percebe o tempo passar, é tanta coisa legal e interessante à visitar que se perde a noção do tempo. E isso aconteceu com a gente. rss...

Fila na entrada "oficial", o Museu fica no subsolo.

Tudo ali é digno de uma pausa pra ser admirado, as esculturas, as telas, os quadros, os textos históricos. Até o teto chama atenção. É impressionante! 


Mas sem dúvidas o astro maior daquele lugar, responsável por atrair multidões todos os dias, é ela, a mais conhecida obra de Leonardo da Vinci, Monalisa [...] Quer saber onde fica o quadro da Monalisa mas está sem o mapa do museu??? Velho...SEGUE O FLUXO! NÃO TEM ERRO!haha...

Quase não tinha gente. haha

Sorria, é nós na foto Monalisa.

Eu não iria chegar até a sala onde estava o quadro e me contentar com a 1ª foto (de longe) né?haha... Aos poucos consegui chegar mais próximo, tão próximo que se eu esticasse o braço eu tocava nela, mas na mesma velociade, ou até antes disso, eu seria preso. kkkkk 

Saímos do Museu do Louvre e caminhamos até a avenida Champs-Élyesées (uma das mais famosas ruas do mundo). E de fato merece o reconhecimento, é muito bonita, toda arborizada e muito charmosa. Queria muito visita-lá a noite, mas não deu. Mas antes de sair do patio do museu, é bom dá aquela velha e boa conferida no mapa, pra onde e pra que lado vamos?haha... Uma vez localizados, seguimos nosso caminho, a pé. =)

Caminho do Louvre até a Champs lá no fundo.

Lateral da Champs Élyesées

Durante a caminhada já era possível ver a grandiosa Torre Eiffel. E como o dia tava aberto, ela parecia ainda mais perto. Nosso plano era ir a um mercado, fazer compras e almoçar ali, ao pé da torre. Mas como lá escurece muito tarde, e passamos mais tempo que o previsto no Louvre, acabamos perdendo a hora. Já era hora de encontrar nosso anfitriões Carol e Paul, e ainda tínhamos que pegar nossas malas que estavam na estação. Então deixamos o encontro com a Torre Eiffle pro dia seguinte (o que não foi uma boa ideia - mais na frente eu explico).

Praça da concórdia

A noite optamos por fazer um churrasco em casa, fomos ao mercado e compramos bebidas e carnes. Eu preparei um frango temperado no vinho que a galera lá curtiu um bocado. hehe... Passamos a noite bebendo cerveja, comendo churrasco e conversando. Eramos em seis eu acho, três casais. Desses, quarto eram brasileiros, um francês e uma alemã. rss...

O dia seguinte era dia de ser turista mais um pouco e conhecer mais a cidade. Conhecemos os principais pontos turísticos da cidade, entre eles o Sacré-Coeur, o Arco do Triunfo, ao Moulin Rouge, Catedral de Notre Dame, a Torre Eiffel e uma rua muito sugestiva. haha.

Nessa rua você encontrava as melhores grifes da cidade. haha

Sacré-Coeur e o Arco do Triunfo 


Moulin Rouge e a Catedral de Notre Dame

Amor, eu, Carol e Paul (nossos anfitriões)

No meio do nosso trajeto, mais especificamente próximo ao Sacré-Coeur, passamos por uma rua onde há artistas de rua a cada 2 metros .rss... não resistimos e fizemos uma pintura nossa. O resultado ficou legal, a bronca é ficar sentado 30 minutos sem se mover e fazendo cara de paisagem pro artista te pintar direito. haha.. E sem falar nas pessoas que passam e ficam olhando pra você e consequentemente para o desenho, fazendo gestos. No meu caso era gestos do tipo - tá legal, fazia sinal com o polegar, balançava a cabeça como quem dizia, pow! Tá parecido. Isso me deixava mais tranquilo. haha... mas foi legal. Foi uma lembrança de uma viagem inesquecível.


A visita a torre se deu em dois momentos, uma antes do almoço, bem cedo. O lugar que passamos a noite era bem próximo, dava pra ir a pé, então... fomos a pé. rs... Essa é quase sempre a melhor opção. Sempre falo isso!rss. Duvida??? [...] No caminho em direção a Torre Eiffel eu me deparei com uma "Estátua da Liberdade", isso mesmo, em plena França. Eu me perguntava - "O porque daquela estátua ali?". Pois é, agora eu já sei!! A Estátua da Liberdade foi um presente/gesto de amizade dado pela França aos Estados Unidos. E eu só descobri porque resolvi ANDAR por ali. =D

"Estátua da Liberdade"

Lá estava ela! =D

Você ir na época do inverso e pegar um dia de SOL é muita sorte, mas DOIS?? É querer demais. rss... E era isso que nós queríamos. Mas não rolou, esse segundo dia tava frio e o tempo fechado. Paris estava cinza, aquele tom azul de verão não existia mais. Por isso não foi uma boa ideia deixar a Torre pro dia seguinte! Mas isso era só um detalhe, nada que fizesse mudar de plano. rss...


A primeira impressão que eu tive da Torre CARACA É MUITO GRANDE! E quando você analisa a situação, do lugar/cidade onde você está, aquilo passa a ser surreal, pelo menos pra mim. É simplesmente fantástico! Não fui ao topo, tinha muita gente, mas MUITA gente mesmo. eu iria perder no minimo 3 ou 4 horas esperando pra subir! Preferi sair dando rolé pelos pontos listados anteriormente.  Mas eu retornaria a esse local mais a noite!

Eu e minhas arrumações pra conseguir uma foto. haha..

É a noite que a Torre fica mais bonita, e a cada hora exata ela nos presenteia com um show de efeitos luminosos. Ela entra num ritmo de luz que você sem perceber bate uma mão na outra em uma sequência de aplausos e assobios  soltos pela platéia que está ali assistindo aquele espetáculo, SIM! Porque aquilo é um espetáculo. E esse seu dúvidas foi o clímax da viagem. Aquele momento que você se da conta de como único é aquilo, e de quantas pessoas já passaram por ali, e quantas outras ainda irão passar.

Torre Eiffel sem e com "show" de luzes (o show acontece a cada hora exata da noite)

Carol, amor e eu.

No final da noite fomos a um barzinho e tomamos umas boas cervejas. Mas a viagem estava chegando ao fim, pois na manhã seguinte nosso trem partiria as 8h rumo a Koln/Alemanha. Eu me recordo bem do frio e do quão escuro era as 7h da manhã. haha... E ficamos um bom tempo na parada esperando um ônibus, mas como o mesmo não passou resolvemos ir até a estação mais próxima, caso contrário perderíamos o trem de volta pra casa. E como não poderia ser diferente, foi tudo corrido, tempo contado. kkk

A espera de um busão que nunca vinha...e que não veio. haha 

E não tem outra, Paris é de fato uma cidade romântica, e deve ser curtida a dois. Conhecer a "cidade luz" ao lado de alguém especial torna a visita a cidade muito mais agradável e interessante. Mas isso não quer dizer que visita-lá só, ou com amigos não será uma boa ideia. Quem acompanha o blog sabe que eu viajei SÓ pra Argentina e Uruguai, e nem por isso foi menos divertido. rss  

Meu maior presente [...] Ich liebe dich! (Foto: Lateral da catedral)




Considerações finais:

1. A quantidade de turista pelas ruas de Paris, é impressionante, chega a ser assustador, é coisa de você se esbarrar, de formar multidão, e isso ocorre principalmente nos pontos turísticos e nos caminhos que levam a eles. E isso atrai os famosos batedores de carteira... deu bobeira já era, você só vai sentir falta de algo quando for procurar e não achar! Cuidado quando alguém vier te pedir informação, essa é uma boa forma de te manter distraído.

2. E eu sei que existe a palavra patriotismo, mas depois que visitei a França/Paris, eu passei a acreditar que lá existe o Franciotismo, e eu diria até mais... que em Paris existe o Parisotismo. Táloooko!!!


Valeu pela audiência ai galera! Já já batendo os 10 mil visitantes!!! ;)
Agora é aguardar as próximas aventuras!

Auf Wiedersehen (Até logo)!!!



26 de janeiro de 2013

Um rolé por Bruxelas/Bélgica.

Galera, o post sobre Bruxelas rendeu mais do que o esperado, por isso deixei Paris para o próximo. Ok?


Vamos lá, umaduasmeiaeja...
Uma vez na Europa, conhecer outros países passa a ser uma tarefa fácil e irresistível, é impossível não conhecer pelo menos o país vizinho, tudo fica ali, do lado, a poucas horas de distância. Nessa primeira viagem eu conheci um pouco da Bélgica (Bruxelas) e França (Paris). 

Estação de Koln

Começamos pela Bélgica, saímos de Koln rumo a Bruxelas, conseguimos uma SUPER promoção de trem na internet que um passagem na 1ª classe, tava mais barato que a convencional. Então... pegamos a 1ª classe, claro. rss.. com direito a café da manha e tudo! =D

Café da manha do trem (Esse era o meu. hehe)


Bom, a visita a Bruxelas foi rápida, teve duração de um dia e uma noite. Ficamos na casa de amigos. A parte central como toda grande cidade é muito movimentada. Não sei se foi o dia, ou a referência que trazia comigo da Alemanha (sempre muito organizada e limpa) mas isso me fez achar Bruxelas um pouco bagunçada  um pouco suja e o trânsito meio tumultuado, mas isso não tirou a graça da cidade. A parte central é muito bacana, as ruas estreitas com um comércio muito vivo chama atenção. Há lojas de chocolates por todos os lados. E quem nós acompanhou e mostrou o centro da cidade foi a gente boa Carol, filha de brasileiro, nascida na Alemanha, residindo na Bélgica e namorando um Árabe (acho que é isso).haha...




A Bélgica é muito conhecida por seus chocolates, e velho... na boa, É MUITO TIPO DE CHOCOLATE, é tanto que você fica sem saber o que experimentar/comprar. haha... E claro que não deixei de entrar em uma delas e comprar alguns dos melhores chocolates do mundo. =D 

...e eram!!! ;)

Ficha nº 127!rs... E se liga no plano de fundo.

Existe na Bélgica a história de um menino mijão, representado pelo monumento "Mennehen Pis". Eu só me dei conta disso porque é impressionante a quantidade lojas que vendem a "imagem de um menino mijando". É estampado em camisa, tem ele de plastico, de metal, de madeira, de barro, em forma de adesivo...de todas as formas. A imagem real é bem pequena, mas atrai muitos turistas pra registrar pelo menos uma foto. haha...

Fonte do MennehenPis

Tá mijando né vadio?haha

E foi ali perto que eu experimentei o melhor weffle da minha vida, sem exagero... desmanchava na boca! Fora de sério. Ah, e pra quem duvidou que o "mijão" está por todo canto, está aí a prova!haha...

Nós mijando! xD



Por hoje é só,
até o próximo pessoal!
o/


17 de janeiro de 2013

Aventura na neve e castelos medievais.

Pra quem mora no nordeste do Brasil ter contato com a neve é um pouco difícil (eu diria até impossível), salve nos frios invernos quando a temperatura cai pra 37°C. haha... Então partindo desse princípio, foi na Alemanha que vi a neve pela primeira vez. E isso se deu no meu segundo dia de viagem. =D Mas como já estava praticamente no fim do inverno, as montanhas já não estavam tão brancas e cobertura de neve, isso fez com que minha primeira visão real da neve, não fosse lá tão empolgante - um bloco de aproximadamente 1m² de área, na encosta da montanha e nem era tão branco assim - mas pelo menos ERA neve! =D

1ª foto estilo esquiador. haha

Depois de percorrer aproximadamente 200 km de carro montanha à cima rumo a Winterberg, a paisagem aos poucos aumentavam sua área de cobertura branca, a neve de fato começará a aparecer, foi uma sensação diferente, não Sei explicar, mas é aquela sensação de descobrir algo novo, do desconhecido. Guardo na memória até hoje a visão das montanhas brancas (e a do bloco cheio de terra também. haha). 

Primeira bola de neve. xD

Depois de ter tocado, cheirado (é, isso mesmo! Você provavelmente fará o mesmo. haha), vamos a tarefa do dia, ESQUIAR! \o/. Primeiro fui apresentado aos equipamentos, meirmããão andar com essa bota é muito louco. haha... É estranho, mas você se acostuma. 

Equipamentos

E esquiar é como andar de bicicleta, cair faz parte. Antes de esquiar de fato, é bom treinar e pegar as manhas de como parar e reduzir a velocidade (acredite, isso é IMPORTANTE. rss). Existe uma parte, não tão inclinada, para iniciantes, e foi lá que arrisquei as primeiras passadas. Descer é muito fácil, o bicho pega pra subir, haha... Nessa parte não há bonde pra subir, ou seja, 30 minutos depois eu tava suando mais que pano de cuscuz (o cara sentir calor na neve é tenso. haha). Eu estava com três camadas de roupa, tive que ir ao carro e retirar pelo menos uma (a que tava em contato com a pele).

Os melhores, do lado de cá da pista. xD

Bom, depois de aprender as manhas, hora de encarar a descida maior... a visão lá de cima é do #@$%$@#!#$ e a sensação de descer em pé no esqui é uma das melhores, o ruim é pra parar, mas dar-se um jeito. Jogar-se no chão é muito eficiente, principalmente se o fim da pista estiver BEM a sua frente, e logo ali tiver uma cerca protetora e uma queda de uns 2m. kkkkk. Mas depois de alguns tombos e giros de 365ºC eu sobrevivi, melhor, nós sobrevivemos. =D

Rumo ao topo da montanha \o/

Foto antes da descida, vai que não chega inteiro né?haha

Uhhhuuuuuuuu [...] Onde fica o freeeio???? xD

Em alguns lugares da Alemanha é como se o passado fizesse parte do futuro, castelos e vilas medievais fazem parte daquele cenário, visitei alguns castelos e a sensação é a de voltar no tempo, entrar em um livro de história, é sensacional. É possível até encontrar, em alguns deles, grupos de atores vestidos a caráter e em cena, o que torna aquilo mais real. É impressionante!

Schloss Burg

Maquete do castelo

Interior do castelo, atores no ensaio

Duelos medievais 

Essa coruja tava na saída do castelo *-*

Um lugar que eu achei bacana foi as 
ruínas de um antigo castelo que fica em Drachenfels, você precisa fazer um percurso (a pé ou de bonde) e claro que optamos pelo 1ª opção.=D


O lugar fica nó alto de uma montanha, se liga na marcação da foto ("Ruínas aqui" sinalizado em vermelho) foi tenso. A caminhada é um pouco longa mas vale muito a pena, a visão que ela te proporciona é sem palavras...e no caminho dá pra ir parando e apreciando a paisagem, sem pressa (só a cara que sai de cansado. haha).
Já tinha andado um bocado, mas ainda faltava chão...

e mais...

Pausa pra água, e ainda faltava mais...

Velho na boa, por um momento pensei que aquilo não existia, era tipo um portal mágico saca? Sei lá, tinha desaparecido aquela %#@!#$&@ haha... Parecia que não chegar nunca, por um momento você quase se arrepende de ter optado pela 1ª opção (fazer o percurso a pé. haha), mas dai você olhas pras fotos, lembra das paisagens e tudo volta ao normal. haha...

Chegando ao topo ficamos um pouco apreciado a paisagem, fizemos um lanche e o resto é curtir o momento, recuperar o fôlego e fazer o caminho inverso (também a pé) mas pra descer, todo santo ajuda. haha...

Ruínas de  Drachenfels


Hora do lanche =)

Nós ;)

No mesmo grau que a Alemanha de oferece esse feedback histórico, ela de surpreende com a modernidade e avanços tecnológicos, em determinado lugares era como se estivesse a frente no tempo. E falando em tecnologia, é impressionante como tudo e tão acessível pra qualquer pessoa - é nessa hora que mais uma vez você fica frustrado por essa mesma tecnologia ser muitas vezes restrita a grupos de poder aquisitivos maiores, aqui no Brasil.

Frankfurt Main, centro financeiro da Alemanha

Frankfurt Main

Frankfurt, o velho e o novo.


Próximo post, fotos e considerações finais sobre a Alemanha
Tschuss!!!
o/