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27 de março de 2011

O dia do tango e do inglês.

Para o meu segundo dia em Buenos Aires, optei por conhecer a parte norte do centro e os bairros San Telmo e La Boca, em especial o “Caminito” e o “Bombonera”, localizados no La Boca. Sai do hotel com o velho mapa na mão e fui em direção a parada pra pegar meu ônibus, como o La Boca ficava um pouco longe, não tinha condições de ir a pé, e depois do quase tombo de bike em Montevidéu  preferi ir de ônibus, rsrss. Pra começar o ônibus estava lotado, a maioria turista, provavelmente indo pro mesmo destino que eu, La Boca. Chegando ao Caminito, ao descer do ônibus, que para bem no coração do La Boca, você ver muito artesanato, tango, pinturas, etc. O caminito é uma mescla de cultura e arte a céu aberto. E o que chama mais atenção, sem duvidas, são as cores vivas das fachadas e as casas de madeira, muito interessante. 





Reza a lenda que ao pintar suas casas, os espanhóis e os italianos, usavam as tintas que sobravam dos navios do porto para pintá-las. Outra coisa que chama a atenção também é a quantidade bares de posicionam suas mesas no meio da rua e apresentações de tango que acontece lá, muito legal...eu até arrisquei uns passos de tango também,kkkkkkkk...




Depois de andar, comer e dançar,rsrs...eu pretendia ir então ao “Bombonera” - o estádio do Boca Juniors. Mas conversando com as pessoas de lá, elas me falaram que não era seguro ir ao Bombonera, ainda mais eu estando só. O La Boca é uma favela/bairro por isso andar só lá é meio complicado/perigoso, e pra evitar qualquer problema, resolvi deixar o estádio do Boca pra lá e retornar para o centro da cidade, ainda faltava muito pra conhecer.

Peguei então o mesmo ônibus da ida, só que no sentido contrário, e parti. Aqui na Argentina, se tu não tiveres moeda, tu não andas de ônibus. Os ônibus não possuem cobrador, e é tudo à base de moeda, você põe as moedas em uma máquina, ela calcula o valor e emite o bilhete, e se for o caso, até te dá o troco.hehe... Facilita muito isso!! Na volta dei uma passada pelo bairro San Telmo e segui em direção ao Congresso Nacional, que tem uma arquitetura muito bonita por sinal. Assim como todoprédios e construções antigas da cidade.


Congresso Nacional
Entrada do Congresso

Em uma de minhas paradas pra pedir informação e conversar um pouco, conheci duas irmãs Uruguaias que estavam lá a passeio...e como não poderia ser diferente, foram muito simpáticas e prestativas. A gente conversou um pouco e como estávamos ali no mesmo propósito (conhecer a cidade) saímos caminhando até o OBELISCO, conversa vai, conversa vem, a irmã mais velha me fala que vinha do Chile, ela era enfermeira e fazia trabalho social, já havia viajado muito fazendo esse tipo de trabalho...achei legal de mais. =)

Obelisco
Chegando no Obelisco, a gente viu um movimento digamos suspeito logo ao lado,haha...tava rolando uma gravação de um programa de Mendoza (cidade Argentina) ao vivo, sobre vinhos, muito massa. Teve dança, show de banda e até pisada nas uvas com algumas celebridades de lá,haha...(eu não conhecia nenhuma, e ia perguntando...e o pessoal dizia aquela é fulana, essa é a mulher num sei de quem, aquela lá tá na playboy.kkkkk...).

Gravação do programa e o Obelisco ao fundo.
A loira da PlayBoy - pisada das uvas

Depois de alguns brindes (vinhos e frutas) voltei pro hostel. Chegando lá, fui direto pra cozinha preparar minha janta, o engraçado de usar cozinha de albergue é que todo mundo usa ao mesmo tempo, e pela falta de espaço as pessoas ficam pedindo as coisas umas as outras, tipo: pega esse prato por favor, me passa o isqueiro, liga a torneira pra mim...isso seria tranqüilo se fosse dito em Português, e não em Inglês, Alemão ou Russo.kkkkkk...foda!!! As coisas só funcionavam a base da indicação,kkkkkkkkk...

Mas o mais engraçado mesmo foi no final, EU e duas americanas, uma delas estava estudadando português, a outra sabia um pouco de espanhol. Ai era eu tentando falar e aprender inglês com elas, e a que estudava português queria aprender português comigo (imagina a confusão que era.kkkkkkk), e quem fazia o intermédio era a que falava um pouco de espanhol. Eu lembro que no final do papo mandei essa “On my next trip, I go speak English” kkkkkk...e ela respondeu “And me, portuguese” (fiquei felizão =D). Me empolguei e me enrolei pra dizer “This moment is very important for me...this exchange of culture” pra ela entender essa “Exchange” só faltei dançar...fazia o movimento os as mãos de troca,kkkk...até trocar uma lata de lugar eu troquei pra ela entender.kkkkkkk...

Depois dessa "putaria" toda, subi pro salão pra tentar usar a net, e encontrei um grupo de brasileiro que estavam hospedados lá...primeiro conheci a Carol e a Bety, depois o Bruno e o Danilo, galera nota 10 (todo mundo se conheceu lá). A partir daí o negocio começou a melhorar, kkkkk...

La no MilHouse é assim, é "festa" todos os dias...eles intercalam uma festa no MilHouse1, uma festa no MilHouse2...uma festa no MilHouse1, uma festa no MilHouse2...a festa é só pra quem ta hospedado, e velho...a galera pira!kkkk...muito, muito massa! Passei a noite com essa galera que eu tinha acabado de conhecer. 

Salão de festa do MilHouse - detalhes para as bandeiras no teto =)
Ai galera, a luz ascendeu...acabou. Será?kkk

A noite foi animada porem curta, as festas são vão ate 2h no máximo (na real a "festa" é mais uma confraternização do que uma festa propriamente dita, é apenas uma momento onde todo mundo se conhece...é show de bola). Acabado a confraternização o pessoal foi pro pátio pra conversar um pouco e tal, mas ai um maluco que trabalhava no hostel chegou cortando o barato da galera. Foi quase um TOQUE DE RECOLHER, kkkkkkkk...O Bruno que o diga!!!kkkkkk... Depois do toque, fui pro quarto... e assim acabou mais um dia em Buenos Aires...o amanhã, já tava tudo certo, ia sair com a galera. =D

Próximo poste relato do 3º dia!!!
o/

20 de março de 2011

Buenos Aires

O destino mais temido por mim acabou sendo uma ótima surpresa, depois de Punta del Este no Uruguai, a Argentina foi a segunda melhor parte da viagem. Eu digo que Buenos Aires foi uma surpresa porque na maioria dos blogs e comunidades que eu visitei antes da viajar, a galera metia o pau em Buenos Aires, não na cidade, mas na receptividade dos portenhos (Argentinos de Buenos Aires) por isso, já fui meio que com o pé atrás, até porque estava saindo de país que tinha sido muito bem aceito - o Uruguai. Mas não foi o que aconteceu.
Depois de mais ou menos uma hora de barco cheguei ao Porto de Buenos Aires, a vista é muito bonita, e o engraçado é que a cada metro mais próximo de aportar, era uma sensação cada vez maior de uma loucura que não tinha tamanho, que ao mesmo tempo era refletida em euforia e felicidade extrema =D.


O engraçado era que a cada novo destino eu pensava comigo..."Eh andrézão, pode acreditar...tu tá em tal cidade moleque, nesse caso a tal cidade a Capital da Argentina . E eu sempre custava a acreditar, mesmo sabendo que aquela era uma realidade. Quando desci no porto segui para as ruas de Buenos Aires, precisava descobrir pra que lado ficava meu hostel (o MilHouse - eu não podia ter feito escolha melhor). É interessante como cada cidade tem uma atmosfera diferente, não sei se é o ar, as pessoas, a arquitetura, mas algo deixa claro que você está em nova terra. O movimento das ruas de Buenos Aires me lembraram o da avenida Paulista em hora de pico, muita gente pra todo lado, aquela loucura. No meio de tanta agitação, artistas de rua ganham espaço e tantam chamar a atenção. Esse ai tentar ser invisível para ser visto. E pelo visto dava certo...a caixinha estava cheia de pesos.hehe...


Quando cheguei a Buenos Aires, não tinha ainda moeda local, ou seja, não tinha como pegar ônibus, e também não queria me arriscar a pegar um táxi e levar de troco dinheiro falso (acontece muito isso) entao, minha solução era andar, andar e andar, pelo menos achar um BanRed (uma rede de banco que faz saque em moeda local). Eu só sei que no final da história andei nada mais nada menos do que 16 quarteirões com mochila nas costas. No meio do caminho fui parado por algumas garotas que vendiam passeio turísticos (é uma boa estratégica de marketing aquela,haha...) mas não comprei nenhuma, só queria chegar no hostel e pronto. Chegando na rua indicada no mapa, faltava encontra o hostel, que era indicado no mapa como "Av. de Mayo, 900. Só que o numero 900 era em uma esquina, e na esquina tinha de um lado um mercado e do outro um café. Que beleza de mapa hein?!?rss. Foi ai que eu vi duas jovens de mochila nas costas vindo em minha direção, parecia uma visão...porque até então ninguém sabia me informar sobre o MilHouse. Quando eu fui pergunta pra elas alguma coisa, só tive uma resposta... "Sorry, we do not speak Spanish" ... pensei ... FUDEU!kkkkk... tentei mais uma vez né!? Enrolei, enrolei e meti um "Where is the MilHouse hostel? Please". PRA QUE?!?!kkkkkkkkkkkk...A inglesas começaram a falar inglês  e eu não entendia P#$*@ nenhuma. Eu só entendi uma coisa...quer dizer, duas.. "LEFT e LEFT" kkkkkkkk...eu só sabia que entrava duas vezes a esquerda,kkkkkkkkkkk. Mas até que deu certo, de onde eu estava, foi só ir reto, pegar a esquerda (LEFT) e depois esquerda (LEFT).

Quando cheguei no hotel me assustei com o que vi, o salão estava lotado e a maioria, pra dizer o todo, eram ingleses. E como eu antecipei minha chegada, meu medo era não conseguir quarto para aquela noite. Na minha vez de ser atendido, expliquei pra gerente que eu tinha reserva para dois dias e que tinha antecipado minha chegada em um dia e queria adiar a volta para um dia depois...resultado, por sorte tinha uma cama, apenas uma cama restando em todo hostel, era um pouco mais cara, mas eu não tinha escolha, fiquei nessa mesmo. Já para o ultimo dia, não tinha vaga...mesmo assim fiquei na espera de surgir alguma. 
Bom, estadia resolvida, fui para meu quarto (que por sinal era gigante, com 8 camas e dois banheiros, os banheiros tinham até banheira velho,haha...pra quem acha que vida de mochileiro é sofrida, tá por fora.kkkkkkkk...)


Deixei minhas coisas no hostel, me aprontei e fui conhecer um pouco as redondas, optei pelo primeiro passeio ir conhecer a Casa Rosada e a região do Porto Madeiro. Não tão diferente de Montevidéu  Buenos Aires também tem uns prédios antigos e com uma arquitetura cheia de detalhes




Escolhi esses dois primeiros ponto porque ficavam próximo do hostel, e eu não queria me afastar muito logo de cara. Fui caminhando para os dois destinos. A Casa Rosada fica em frente a praça de Mayo, mais ou menos 6 quadras do hostel, e é sem duvidas um dos pontos pontos turístico mais visitados de Buenos Aires,  a Casa Rosada é a sede da presidência da República Argentina, muito interessante. E como de costume nesse tipo de viagem, encontrei brasileiro por lá, dessa vez duas irmãs, e depois encontrei um Paulista que me deu alguns toques. Daí parti para a região do Porto, no caminho, meio que por acaso, passei pelo Banco de La Nacion Argentina, o bagulho era GIGANTE...só a porta principal era coisa de outro mundo, lá dentro então...nem se fala. Não cheguei a entrar , até porque já tinha encerrado o horário, mas mesmo assim deu pra ter uma ideia do quão grandioso era daquilo.




Caminhei mais um pouco e fui até a reserva ecologia que tem em Porto Madeiro, depois voltei por hostel. A primeira noite na Argentina foi tranquila como todas as outras primeiras noites nas outras cidades. Mas o melhor ainda estava por vir,rsrs...

Próximo poste, mais sobre Buenos Aires. =)
Só aguardar!!!

3 de março de 2011

Colônia del Sacramento

Colônia foi minha última cidade do Uruguai, ponto de partida para o que vinha ser a segunda melhor parte da viagem, a Argentina. Diferente de Montevidéu  Colônia é uma cidade pequena e bem tranquila. Dona de um grande valor histórico, foi intitulada pela UNESCO com Patrimônio da Humanidade. Suas ruas estreitas e feita de pedras dão uma característica ímpar e especial a cidade histórica. Fundada por portugueses, Colônia é a cidade mais antiga do Uruguai. E a melhor forma de conhecer tudo isso, é sem duvidas, passear a pé pelas ruas, observando as antigas construções, as ruinas, as casas, as praças, os museus, os bares, e por ai vai. Mas se você tiver com dinheiro sobrando e quiser um pouco mais de conforto,rss...é só alugar um "mini car", deve ser muito legal também. A entrada principal da parte histórica de Colônia é marcada através do "Portón de Campo" - estrutura que restou de uma antiga fortaleza.


Ruinas do Convento de San Francisco, século XVII

Mini Car

As ruas geralmente são bem arborizadas 

Por estar localizada em um ponto estratégico, Colônia está quase sempre lotada de turista, ela é tanto o ponto de saída de que está indo para Argentina, quanto de chegada de quem vem de lá. Após algum tempo de caminhada pelas belas ruas históricas, olhei pro horizonte e vi aquele tom alaranjado no céu...era o sol se preparando pra se pôr. Não perdi tempo e fui em direção ao mirante apreciar mais um espetáculo da natureza. Eu não compararia o por-do-sol da Casapueblo com nenhum outro, aquilo foi divino. Mas o de Colônia também é muito bonito, o mais legal acontece quando o sol está quase por desaparecer...é possível avistar ao longe, bem a frente dele, Buenos Aires. Os grandes prédios aparecem como uma pintura de um quadro cujo fundo é tomado pela cor laranja.


Realmente é muito bonito! Ali mesmo, admirando o por do sol, encontrei três brasileiros, um deles morava em Buenos Aires, a gente conversou um pouco, trocamos informações e eu dei sequência ao meu passeio. E é bem comum encontrar pelas ruas carros antigos, alguns até abandonados...tinha um que parecia um jardim.rss...outro estava sendo usado por um restaurante como uma opção diferente de jantar,haha...




A medida que a noite vai caindo, a cidade vai  ganhando vida...os bares se abrem, o clima agradável convida as pessoas para as ruas.


Na volta pro hostel, passei em um mercado pra comprar algumas coisas pro jantar, e apesar de serem muito simpáticos, os Uruguaios não gostam de dar desconto,rss... então evite esse tipo de coisa, pague o valor que deu e seja feliz,rsrs. Já no hostel, preparei um rango, passei um tempo na sala principal e fui deitar. Como eu já tinha conhecido o que eu queria em Colônia, o negócio agora era  acordar cedo e tentar mudar minha passagem de ida pra Buenos Aires, e ganhar mais uma dia lá =D. Não ia compensar passar mais uma noite em Colônia, era melhor partir pra Buenos Aires,hehe. Então, no dia seguinte, tomei aquele café que só o El Viajero tem =) e fui no porto tentar mudar minha passagem. Eu pretendia antecipar a ida e adiar a volta,hehe...só que pra isso eu tive que pagar uma taxa, ou melhor, duas...600 pesos pela ida e 300 pesos pela volta (a ida foi mais caro, porque eu fui de lancha, o barco só tinha a noite e eu não queria chegar lá a noite né!?). Enfim, no resumo da ópera isso me custou quase 100 REAIS a menos no meu orçamento,rsrs...mas nessa viagem VALIA TUDO. Como diz um amigo meu..."Só não vale dançar homem com homem, nem mulher com...opa!!!Ai pode" kkkkkkkkk...

Bom, alterada a data das passagens \o/, fui pegar minha bagagem pra embarcar (já estava em cima da hora). Ao entrar na lancha, me espantei...marinheiro de primeira viagem, sabe como é né!?rsrs...aquilo não era uma lancha, era um centro comercial flutuante. Tinha loja, restaurante, sala de tv, estacionamento...tinha até elevador, por ai tu tira,kkkkkkk...Agora era sentar e esperar a chegada em Buenos Aires.

Próximo poste, relatos sobre a bela e atraente Buenos Aires - não vejo a hora,hehe...

2 de março de 2011

Me despedindo de Montevideo.

Meu último dia em Montevidéu  foi um pouco corrido...isso porque eu queria chegar em Colônia ainda fim de tarde (pra pegar o pôr do sol - me falaram que era muito bonito). Como no dia anterior eu tinha feito amizade com a Nayara e o João Guilherme, a gente combinou de sair todo mundo junto (coisa de brasileiro que viaja só,rss..). Nosso ponto inicial era conhecer o Estádio Centenário, a casa da seleção Uruguaia, que também funciona como museu. O estádio foi construído para sediar a Copa de 1930. É muito bacana de conhecer, tem praticamente toda história do futebol, até pra quem não é muito fã vale a pena conhecer.












Nosso segundo destino era visitar algum museu, de preferência ali pelas redondezas. Olhando o mapa (que possui todos os pontos turísticos da cidade) a gente viu que tinha um de egiptologia ali perto, e nem pensamos duas vezes...partimos rumo ao museu, só que pra variar...por um "rumo" errado,hehe...(tudo por uma questão de ângulo,rs...) quando a gente viu que estava se distanciando do estádio e não chegava no cruzamento indicado no mapa, percebemos que tinha algo errado e decidimos então pedir informação. Um pouco a nossa frente havia um carro parado e um cara, creio eu que no seu horário de almoço. E como não poderia ser diferente, o sujeito foi super gente boa com a gente, e o engraçado foi que a primeira coisa que ele fez foi, GIRAR O MAPA,hehe...depois mostrou pra que lado ficava o tal museu. E como um ato de receptividade extrema, ele nos ofereceu carona e disse que nos levaria até lá (ser brasileiro, tem lá suas vantagens,haha...). Aceitamos...é, entramos no carro de um estranho, em uma cidade estranha, em um País estranho (algo me diz que quando minha mãe ler isso aqui ela vai endoidar,rsrs...imagina então se eu colocasse TUDO!!! BRINCADEIRA!!!rsrs..) mas dava pra perceber que o cara era gente boa, e que estava no seu horário de almoço -  agente deduziu isso pelo carro, um bom carro por sinal, e como o mesmo estava vestido - executivo). Enfim, entramos no carro e ele nos levou até o museu...mas antes de descer do carro percebemos que o museu estava fechado...mas mesmo assim descemos,rs... O engraçado era que o museu, não tinha cara de Museu, era uma casa normal, e por isso decidimos então tocar a campainha, mas tivemos resposta, tocamos novamente e nada, mais uma vez...e nada. Parecia até filme, quando a gente deu as costas, a porta se abre...e cá pra nós, era melhor ela ter ficado fechada. Com a porta entreaberta me aparece um senhor, esses tipo professor de história aposentado saca?!haha... então,rs...só de cueca samba canção branca...pense numa visão!!!Não sabia que ali era um museu vivo,kkkkkkk....Ele nos explicou que estava fechado e nos indicou a Escola de Artes que ficava na 18 de julho. Agradecemos meio sem jeito, demos algumas risadas e seguimos para a Escola de Artes.

Museo de Historia del Arte

As peças na escola não são peças originais, em sua grande maioria são cópias...mas mesmo assim vale a pena. Eu só lembrava das aulas de história do tempo de colégio, as figuras dos livros...putz!!! Estavam todas lá.hehe. Essa primeira era a capa do meu livro, acho que da 7ª série.hehe...

Cabeça de Nefertiti

Minerva de Arezzo

El Discobolo de Morón

A visita ao museu, foi um pouco corrida...mas mesmo assim, visitei todas as salas e tudo que estava ali. Já passavam das 15:00 e eu ainda tinha que passar no hostel pra pegar minha bagagem, meu ônibus pra Colônia saia às 16:00, ou seja...tinha que correr!!!

Próximo poste um breve comentário sobre Colônia do Sacramento.=)